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Ricardo Dantas

Nome artístico: Ricardo Dantas
Área de atuação: Escritor e biólogo
Região: Boa Vista /
E-mail: [email protected]
Telefone: (95) 9 8127-9791
Canal Social: https://www.facebook.com/kiraichikara

Sou Ricardo Dantas, natural do Rio Grande do Norte, há 14 anos em Roraima, biólogo, especialista em Agroambiente, mestrando em Agroecologia, funcionário público do IFRR. Tive a oportunidade de viver por três anos em uma aldeia indígena, atuando no ensino médio da educação escolar indígena como professor de Biologia, Química e Sociologia. Possuo um livro publicado, “Meia Pata”, lançado em 2013 pela Editora Kazuá, um romance ambientado em Roraima da década de 1980, exaltando as belezas naturais da Floresta Amazônica e relatando o cotidiano e costumes dos povos tradicionais, como ribeirinhos, extrativistas e povos indígenas. Atualmente Meia Pata é obra de referência para o vestibular da UFRR.

Publicações do Autor(a)

Meia Pata

Editora: RR
ISBN: 9788566179118
Ano de Publicação: 2013
Dimensões: x cm
Nº de Páginas: 209
Acabamento:

Sinopse: Roraima, extremo norte da maior floresta tropical do mundo. No final da década de oitenta, época sem lei no recém-criado Estado da Amazônia Brasileira, o biólogo Daniel Silva viaja em busca de seu objetivo, estudar a maior diversidade ecológica do planeta. Com uma equipe de trabalhadores formada com mão de obra local, principalmente o caçador Velho Xereta e seu filho Ronaldo, um exímio rastreador florestal, embrenham-se na mata fechada, muito traiçoeira e perigosa. Em sua experiência na região mais isolada e peculiar da Amazônia Legal, Daniel será submetido a todo tipo de situação, de um romance inusitado e místico com Iara Parente, uma linda indígena da etnia Macuxi, a um embate por luta de território e respeito com a maior predadora da floresta, a onça-pintada.

Manifesto do Movimento Literário Bioarte: O Bioarte louva os verdadeiros artistas. Os indígenas, que mesmo diante do preconceito, da dor de presenciarem suas terras sendo devastadas, seguem firme na luta pela autenticidade de seus direitos. Os extrativistas, como os seringueiros, massacrados, porém resistentes, que com sangue escorrendo das bandeiras, venceram a opressão e conquistaram uma vida digna. O sertanejo agricultor, que não desiste de rachar o solo cristalizado pela seca, e com mãos e orgulho calejado, segue em frente sem fraquejar. E por fim a Natureza, que compadecida, presencia árvores frondosas, literalmente milagres que fornecem o suporte para milhares de formas de vidas, serem ceifadas, levando para a tumba toda a rede ecológica. O Bioarte exalta a biodiversidade, a pluralidade social e principalmente as interações ecossistêmicas entre cultura e arte.

Editora:
ISBN:
Ano de Publicação: 2021
Dimensões: x cm
Nº de Páginas:
Acabamento:

Sinopse:

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