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Filipe Russo

Nome artístico: Filipe Russo
Área de atuação: Escritor(a)/ Designer Gráfico
Região: São Paulo /
E-mail: [email protected]
Telefone: (11) 963392525
Canal Social: www.filiperusso.com; www.instagram.com/ofiliperusso

“Filipe Albuquerque Russo nasceu em 22 de Agosto de 1990 em São Paulo, capital e cresceu em Manaus, Amazonas. Aos 16 anos retornou a sua cidade natal onde reside atualmente. O escritor estreou no cenário artístico brasileiro com Caro Jovem Adulto (2012), um romance auto-ficcional escrito em prosa poética para o qual o autor desenvolveu a fonte tipográfica Limite Circular e a capa Iluminado Expandido. Filipe Russo foi finalista com seus romances Asfixia (2014) e Caro Jovem Adulto (2012) no 24º e no 25º Programa Nascente da USP em 2016 e 2017 respectivamente. Em ambas edições a comissão organizadora prestigiou autor e obra com uma menção honrosa.”

Publicações do Autor(a)

Caro Jovem Adulto

Editora: Clube de Autores
ISBN: 9788591467006
Ano de Publicação: 2012
Dimensões: x487 cm
Nº de Páginas:
Acabamento:

Sinopse: No limiar entre ficção e autobiografia Filipe Russo tece uma prosa poética, onde a própria tessitura literária se deforma conforme as mais diversas experiências cotidianas entram em colapso devido a meras flutuações psicossomáticas para apenas cair mais logo adiante num realismo cru sem adereços, o qual inevitavelmente se dissolve em areia movediça nos levando novamente a mais outra aventura lírica.

Asfixia

Editora: Clube de Autores
ISBN: 9788591467013
Ano de Publicação: 2014
Dimensões: x cm
Nº de Páginas: 281
Acabamento:

Sinopse: Recém acordada de um pesadelo atípico nossa protagonista depara-se com seu próprio apartamento tal qual toda manhã quando passa um café bem preto para içar as pálpebras de vez. Em seguida retoma sua rotina de praxe e prestes a apaziguar-se com trabalhos gráficos e sonhos maternais, o próprio pavor vazio a visita novamente e a névoa maligna a ofusca com seu breu branco e indevassável. Vire e mexe, vez ou outra ela se vê tragada para uma cidade tão anônima e abandonada quanto ela mesma, incapaz de lidar com a avalanche de sensações estranguladas por fios invisíveis nossa protagonista perambula e investiga os mistérios movediços de um amanhecer pálido e despovoado, esvaziado inclusive do caráter revelador e aconchegante do calor solar. Transitando pelos vãos de uma indiferença e maldade inerentes e inexoráveis o que nos encontrará do outro lado do véu? Além de uma asfixia que escala a garganta pelo esôfago até a goela entalada com desgosto e desprezo, o mesmo que nos encarcerou nestas vastidões volúveis.

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